1 arroba = 14,69 quilogramasa arredondada hoje para cerca de 15kg- o símbolo é @=divisão em quarta parte
1 legua= 6.600m ou seis km e meio +100m
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
PROCESSO ANTIGO DE BENEFICIAMENTO DA ERVA MATE
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antiga forma de beneficiar a erva mate |
BOMBA/BOMBILHA (espanhol) - canudo de taquara ou metal usado para tomar chimarrão; os guaranis chamavam a bomba de tacuapi (cana oca, alisada).
CUIA - porongo (planta da família das cucurbitáceas) usado como recipiente para o chimarrão; em guarani, caiguá (CAA-erva + I- água + gua-recipiente); em quíchua, mati.
CAA - nome dado à erva mate pelos guaranis (CAA- erva DE BEBER
ERVA MATE RIQUEZA DAS MISSÕES -A DISPUTA PELO MONOPÓLIO
ESTES PÉS DE ERVA MATE T~EM NO MÍNIMO 60 ANOS-TERRAS DE FAMILIA DE CORNELIO SEGANFREDDO EM CIRÍACO-RS |
Havia duas formas de preparar o mate:uma com "palos" pauzinhos- e outra em pó, grosso, valendo esta duas ou tres vezes mais do que aquela.
A erva grossa não sabiam os espanhóis prepará-la, e, pois, tinham procurado contrafazê-la, mas saia-lhes tão má que valia menos ainda que a de "palos". Sabiam sim, preparar a caá-mini, e a primor, os índios das reduções jesuíticas e era esta a mais afamada em toda a conquista platina. Só a cidade de Assunção que em 1620 contava com 500 moradores espanhóis recebeu 15.000 arrobas de erva-mate, a maior para consumo próprio.
INTRIGAS DOS ENCOMENDEROS
Os jesuítas e os encomenderos não se davam bem, pois os jesuítas denunciavam os desmandos destes espalharam maldosamente que os padres estavam explorando clandestinamente minas de ouro e que espoliavam os indígenas, começando uma peleja que nunca mais acabou.
Os padres vieram a público e disseram que os ervais eram quase dentro das Reduções, que faziam a safra da erva entre o verão e o outono, que as estradas eram transitáveis, a alimentação dos índigenas farta e estes eram revezados no serviço.
O bispo do Paraguai(Cardenas) ue não gostava dos padres jesúitas fez uma fofoca ao governador de Buenos Aires, pedro d"Avila e este intimou os padres das reduções dizendo que só a ele, o governador, cabia dispor da erva trazida pelos indigenas e em beneficio deles.
Esperetamente os padres jesuítas combinaram com os indígenas para que cada adulto trouxesse como óbulo uma pequena porção de erva-mate como oferenda para o ornamento dos templos e óbulo para os pobres, e assim o governador e o bispo não puderam impedir que esta riqueza fosse utilizada para o crescimento das Reduções e a construção de templos jesuíticos.com este artifício os padres jesuítas e os indígenas puderam continuar o beneficiamento e comercio da erva mate, que veio depois a ser comercializada em grande quantidade em Buenos Aires.
Havia dentre os jesúítas um botânico chamado Sigismundo Asperger e um médico chamado Pedro Montenegro que demonstrara os benefícios da erva mate . Montenegro chamou-a de " árvore formosa, proveitosa e saborosa para os habitantes"
A erva mate consumida pelos índios impedia que eles se embriagassem com o "cauin" e outras bebidas que continham álccol por fermentação.
OS SETE POVOS DAS MISSÕES ORIENTAIS estavam em meio a grandes ervais nativos, o ue facilitava o preparo e comercio, por isso sempre foram atacados por outrod que cobiçavam a tal erva.
Aumentando a população de toda esta região da américa do sul, mais era procurada a erva mate para consumo, consolidando-se deveras como uma das pricipais riquezas das Reduções.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
REAÇÃO CONTRA A EXPLORAÇÃO DOS INDÍGENAS PELOS ENCOMENDEROS
Além de tentar impedir as mortes e exploração dos indígenas pelos espanhóis(encomenderos)Os frades dominicanos e franciscanos que acompanhavam sempre as caravanas tentaram desmoralizar o feiticeiro que tinha grande poder sobre os indigenas(liderança) amaldiçoaram a erva-mate cujo uso disseram, era indecente e que os mercadores eram infames.
Não é absolutamente verdade que a erva mate é ruim, pois seu uso se incorporou até hoje até entre os imigrantes europeus no sul do Brasil e no Paraguai o bebem frio, chamado tererê.
Quanto às mortes de indígenas ocasionadas pela fúria da exploração da erva mate veio uma ordem do Rei Felipe II, regulando os serviços prestados pelos indígenas aos espanhóis, que proibia sob graves penas que aqueles fossem forçados a buscar e beneficiar a erva e aos proprios indigenas apenas o consentiam durante quatro meses, no verão.
O governador Hernandárias apreendeu e fez queimar com solenidade, na praça pública de Buenos Aires um saco de erva mate, e baixou uma ordenança condenatória do seu uso, nela dizendo que "-rara era a pessoa naquela cidade e na de Assunção que a não bebesse com ofensa de Deus, atendendo às muitas excomunhões e penas fulminadas pelos juízes eclesiásticos contra tão enraizado vício, e , apesar das repreenções e penitências impostas pelos pregadores, que sobre ele tem tanto vozeado...
Não é absolutamente verdade que a erva mate é ruim, pois seu uso se incorporou até hoje até entre os imigrantes europeus no sul do Brasil e no Paraguai o bebem frio, chamado tererê.
Quanto às mortes de indígenas ocasionadas pela fúria da exploração da erva mate veio uma ordem do Rei Felipe II, regulando os serviços prestados pelos indígenas aos espanhóis, que proibia sob graves penas que aqueles fossem forçados a buscar e beneficiar a erva e aos proprios indigenas apenas o consentiam durante quatro meses, no verão.
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O PRIMEIRO CRIOULO A GOVERNAR A NOVA TERRA HERNANDO ARIAS DE SAAVEDRA, ABREVIADO O NOME PARA HERNANDÁRIAS |
Posteriormente ainda foi mandado queimar o que existia desta erva no comércio da colônia.
Hernandárias, na verdade visava aliviar o sofrimento e o jugo imposto aos indígenas pelos encomenderos por causa do comércio da erva-mate.Chegou a reunir todos os indígenas em Santa Fé e publicamente declarou "que eles eram tão livres como os espanhóis"
NOBRE HERNANDÁRIAS! Hernando Arias de Saavedra (10 de Setembro 1564 Assunção, Paraguai — 1634 Em Santa Fé (Argentina), também chamado de Hernandarias (abreviação do seu nome), foi um Militar e Político Crioulo, primeiro nascido na América que ocupou o posto de governador de uma região Colonial. Nasceu em Assunção, filho de Martín Suárez —oficial de Álvar Núñez Cabeza de Vaca— e neto de Mencia Calderón, Hernandarias empreendeu uma carreira militar com pouca idade e participou de inúmeras expedições de exploração e conquista nos atuais territórios de Paraguai e Argentina, entre elas a fundação de Concepción de Nuestra Señora. Seus feitos como oficial e administrador o levou á nomeação como governador de Assunção em 1592; ocupou o cargo de responsabilidade durante três períodos. Ao mesmo tempo, seu meio-irmão Hernando de Trejo foi nomeado Bispo de Assunção
A ERVA MATE COMEÇA A SER EXPLORADA PELOS ESPANHÓIS
Quando o governador Juan de Garay começou a formar astutatamente alianças com os ´´indigenas do Paraguai, cerca de 300.000 guarani viviam só no terrítório do Guaíra e tratou-os com sagaz benevolência.
Então os indígenas contaram aos espanhóis que consumiam uma erva de beber (caá=mate-em cuia -pequenas cabaças, por meio de um leve tubo de palha. Davam os índigenas uma explicação, como fosse um segredo, que Tupã lhes havia confiado através de um Pajé(feiticeiro) e contaram a eles dos males e das virtudes do tal chá. A bebida era saborosa, os seus benefícios fáceis de experimentar e positivos e assim é que foi sendo ensinado seu uso e os conquistadores começaram também a consumi-lo diáriamente.
Com a demanda de erva mate os encomenderos mandavam os indígenas andar até cento e cinquenta ou mais léguas de distância para pegar as folhas, demoravam mais ou menos um ano ou mais entre ir e voltar, e sucedeu que passando por tantas privações , doenças e perigos ao longo da tarefa começaram a morrer caravanas inteiras nos pantanais, nos despenhadeiros, suas ossadas eram encontradas aos lotes ou esparsas ao lado da carga-de caá-apodrecida ao longo das trilhas de então.
obs:uma légua equivale a 6.600 m aproximadamente.
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monumento a Juan de Garay em Buenos Aires |
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
SEBASTIÃO CABOTO OU CABOT
Cabotagem é a navegação realizada entre portos interiores do país pelo litoral ou por vias fluviais. A cabotagem se contrapõe à navegação de longo curso, ou seja, aquela realizada entre portos de diferentes nações.
A cabotagem é denominada como transporte marítimo realizado entre dois portos da costa de um mesmo país ou entre um porto costeiro e um fluvial. Caso, a navegação ocorra entre dois portos fluviais, então não é considerada cabotagem e sim navegação interior. Existe ainda o termo "cabotagem internacional", o qual é utilizado freqüentemente para designar a navegação costeira envolvendo dois ou mais países. O transporte de cabotagem foi muito utilizado na década de 1930 no transporte de carga a granel, sendo o principal modelo de transporte utilizado quando as malhas ferroviária e rodoviária apresentavam condições precárias para o transporte.
O termo é derivado do nome de família do navegador veneziano do século XVI Sebastião Caboto, que explorou a costa da América do Norte ao margeá-la, da Flórida à foz do rio São Lourenço, no atual Canadá. Na América do Sul, Caboto, ao serviço da Coroa de Espanha, adentra o rio da Prata, pelo litoral, em 1527 em busca da mítica Serra da Prata, numa expedição que prolonga até 1529, sem lograr o seu objetivo. Por causa desses feitos na navegação costeira e em sua homenagem a estratégia de navegação costeando o litoral recebeu o nome de cabotagem.
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SEBASTIÃO CABOTO, CHAMADO POR SIMÕES LOPES NETO DE "CABOT" |
Cabotagem-SEBASTIÃO CABOT OU CABOTO ORIGINOU O TERMO "CABOTAGEM"-ELE ESTEVE POR AQUI, PELO SUL DA AMÉRICA TAMBÉM!
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A cabotagem é denominada como transporte marítimo realizado entre dois portos da costa de um mesmo país ou entre um porto costeiro e um fluvial. Caso, a navegação ocorra entre dois portos fluviais, então não é considerada cabotagem e sim navegação interior. Existe ainda o termo "cabotagem internacional", o qual é utilizado freqüentemente para designar a navegação costeira envolvendo dois ou mais países. O transporte de cabotagem foi muito utilizado na década de 1930 no transporte de carga a granel, sendo o principal modelo de transporte utilizado quando as malhas ferroviária e rodoviária apresentavam condições precárias para o transporte.
O termo é derivado do nome de família do navegador veneziano do século XVI Sebastião Caboto, que explorou a costa da América do Norte ao margeá-la, da Flórida à foz do rio São Lourenço, no atual Canadá. Na América do Sul, Caboto, ao serviço da Coroa de Espanha, adentra o rio da Prata, pelo litoral, em 1527 em busca da mítica Serra da Prata, numa expedição que prolonga até 1529, sem lograr o seu objetivo. Por causa desses feitos na navegação costeira e em sua homenagem a estratégia de navegação costeando o litoral recebeu o nome de cabotagem.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
AS MISSÕES SEMPRE FORAM DISPUTADAS PELAS SUAS RIQUEZAS
Sebastião Cabot foi o primeiro a explorar os rios Paraná e Paraguai em 1527, pensando somente em carregar suas naus de ouro e prata e não somente encontrar as minas.
Os conflitos entre indígenas e conquistadores sempre foram uma constante na história do sul da América
Os índios querandis , maltratados pelos europeus queimaram a primeira fundação de Buenos Aires, por isso os europeus preferiram se estabelecer em Assunpção, em 1536, no atual Paraguai, que foi a primeira capital cisplatina.
Irala não era um conquistador sanguinário, dividiu as terras entre os indios e os conquistadores, porém estes logo trataram logo de escravisá-los fazendo com que trabalhassem para eles sem dó nem piedade.Lembremos que até então os índios viviam livremente em suas terras. Até 1590 já haviam começado as cidades de Tucumán, Santa Fé, reerguida Buenos aires .
Já haviam também "filhos da terra" fruto do cruzamento dos europeus com as indígenas, o dito crioulo.ou mameluco. Foi neste cenário que os jesuítas encontraram a região quando chegaram.
As terras dividas entre indigenas e europeus colonizadores se chamavam "encomiendas". Explorados pelos "encomenderos" os indígenas viviam em constante luta com estes. Resumindo, o ambiente era sempre de hostilidades entre europeus e indígenas.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
PROSPERIDADE MISSIONEIRA
AINDA DO LIVRO TERRA GAÚCHA, DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO.
"Os paóis das Missões abundavam em gêneros de consumo, de alimento e de vestuário, produzidos no lugar, e que, bastavam para a mantenção dos indios"
Estes não tinham dinheiro.não ganhavam salário, e a colheita das suas roças particulares ou presenteavam-na ou trocavam entre si.
Assim, bem alimentados.vestidos e abrigados, sem necessidades advindas e sem contato com estranhos, para despertá-las ,não tinham nem a noção nem a necessidade de dinheiro.
A riqueza, objetos de culto e conservação dos templos, dos impostos do rei e o conforto dos padres eram atendidos com o rendimento da erva-mate, o desfrute das estâncias o resultado de outros produtos naturais, que exportavam para o rio das Prata.
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pé de erva-mate |
Deduzidas todas as desesas o saldo era remetido para o cofre geral da ORDEM EM ROMA(COMPANHIA DE JESUS)
A erva-mate- Desde a entrada dos espanhóis no Prata os índios de ambas as margens foram-lhes tenazmente opostos.
Na margem oriental do Uruguai os belicosos e indomáveis charruas , certo guardando rancorosa memória da aparição de Solis e da morte que lhe deram, continuaram trucidando quantos podiam e só a custo de muito sangue conseguiram os espanhóis firmar-se nas suas primeiras fundações.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
QUEM FOI MONSENHOR PIZZARRO
Scirus |
Monsenhor Pizarro ou Monsenhor José de Souza Azevedo e Araújo Pizarro (Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1753 — Rio de Janeiro, 14 de maio de 1930) foi um historiador morto repentinamente aos 76 anos durante um passeio no Jardim das Plantas da Lagoa Rodrigo de Freitas, atual Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
Principiou desde 1781 a pesquisar documentos antigos. Visitou as igrejas e comarcas do recôncavo da Baía de Guanabara e as descreveu. Sua obra mais famosa são as "Memórias Históricas do Rio de Janeiro, e das Províncias Anexadas à Jurisdição do Vice-Rei do Estado do Brasil", que publicou em 1820.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
DRAMA
AVISO AOS MEUS LEITORES;A GUERRA GUARANÍTICA JÁ COMEÇOU, A INDIADA JÁ ESTÁ MONTANDO A CAVALO COM SEUS ARCOS E FLECHAS E ALGUNS FUZIS, E OS ESPANHÓIS E PORTUGUESES JÁ ESTÃO COM SUAS ARMADAS PRONTAS! MAS COMO EU TENHO DÓ DE DESTRUIR OS 7 POVOS DAS MISSÕES VOU ADIAR POR MAIS UNS DIAS, VOU CONTANDO MAIS UNS CAUSOS.
A AUTORA
A AUTORA
DE RIO GRANDE DE SÃO PEDRO ATÉ ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
AS DENOMINAÇÕES AO LONGO DO TEMPO.
O atual Estado do Rio Grande do Sul, que fica no extremos sul do Brasil teve diversas denominações ao longo do tempo;
-Em 1502 foi chamado de RIO GRANDE DE SÃO PEDRO-dominação espanhola
-Em 1639 foi chamado de PROVÍCIA DOS TAPES ,-sob o domínio portugues
-Depois de 1737 chamado de CAPITANIA d'EL REI-porque foi devolvida ao Rei, ficando como "terra devoluta"
-Por volta de 1743 chamado de CONTINENTE DE SÃO PEDRO DO SUL
-Depois da Independência nacional , 1822, chamado de PROVÍNCIA DE SÃO PEDRO DO RIO GRANDE DO SUL
-de 1835 a 1845 o GOVERNO FARRAPO chamou-o de ESTADO RIO-grandense
Explicando as diversas denominações, embora os jesuítas tivessem sido os primeiros a adentrar o Território do atual Rio Grande do sul e dos Tratados que foram se firmando para a divisão do território entre portugueses e espanhóis, estas linhas eram imaginárias, podemos assim dizer, apesar dos tratados o território sempre foi de disputa, basta lembrar que após a Guerra Guaranitica os portugueses devolveram a região dos 7 Povos das Missões aos espanhóis mas como~ali não havia o tão sonhado ouro/prata, os espanhóis acabaram ignorando e abandonando este território que não era mais de seu interesse e este foi incorporado naturalmente à Portugal com a vinda, primeiro dos bandeirantes, depois dos tropeiros paulistas e das familias portuguesas que se estabeleciam com suas familias aí...Por isso a Guerra Guaranítica e a destruição dos 7 Povos teria sido desnecessária.....mas também foi uma estratégia do Marques de Pombal para se livrar tanto dos jesuítas, quanto dos indígenas e deixar o território livre para os portugueses.
-A partir de 1889, depois da proclamação do regime republicano chama-se ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
O atual Estado do Rio Grande do Sul, que fica no extremos sul do Brasil teve diversas denominações ao longo do tempo;
-Em 1502 foi chamado de RIO GRANDE DE SÃO PEDRO-dominação espanhola
-Em 1639 foi chamado de PROVÍCIA DOS TAPES ,-sob o domínio portugues
-Depois de 1737 chamado de CAPITANIA d'EL REI-porque foi devolvida ao Rei, ficando como "terra devoluta"
-Por volta de 1743 chamado de CONTINENTE DE SÃO PEDRO DO SUL
-Depois da Independência nacional , 1822, chamado de PROVÍNCIA DE SÃO PEDRO DO RIO GRANDE DO SUL
-de 1835 a 1845 o GOVERNO FARRAPO chamou-o de ESTADO RIO-grandense
Explicando as diversas denominações, embora os jesuítas tivessem sido os primeiros a adentrar o Território do atual Rio Grande do sul e dos Tratados que foram se firmando para a divisão do território entre portugueses e espanhóis, estas linhas eram imaginárias, podemos assim dizer, apesar dos tratados o território sempre foi de disputa, basta lembrar que após a Guerra Guaranitica os portugueses devolveram a região dos 7 Povos das Missões aos espanhóis mas como~ali não havia o tão sonhado ouro/prata, os espanhóis acabaram ignorando e abandonando este território que não era mais de seu interesse e este foi incorporado naturalmente à Portugal com a vinda, primeiro dos bandeirantes, depois dos tropeiros paulistas e das familias portuguesas que se estabeleciam com suas familias aí...Por isso a Guerra Guaranítica e a destruição dos 7 Povos teria sido desnecessária.....mas também foi uma estratégia do Marques de Pombal para se livrar tanto dos jesuítas, quanto dos indígenas e deixar o território livre para os portugueses.
-A partir de 1889, depois da proclamação do regime republicano chama-se ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
DA PROVINCIA DO TAPE AO ATUAL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
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VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO |
começa assim: "
defeituosa fatura da história rio-grandense- Nós, os rio-grandenses, somos como uma sub-raça brasileira.
Para muitos, felizmente para a grande maioria dos que nos observam, temos traços de distinção da carinhosa familia nacional, que valem altamente como prendas individuais e inapreciavelmente como elementos de significação e progresso social, em suas múltiplas expansões.
Para outros porém, essas divergências do tipo étnico brasileiro nos cracterizam como enxertos daninhos nesse grande e nobre tronco de uma raça AMERICANA; NOS ASSINALAM COMO PROGÊNIE DE ANTEPASSADOS ENSAIADOS EM TODOS OS VÍCIOS E CRIMES, QUE INCULCAM A NECESSIDADE DE NOSSA EXPULSÃO DA COMUNHÃO SOCIAL...
Como, porém, desmentir eficazmente estas maledicencias, e justificar os que nos julgam com mais humanos sentimentos, senão, pela explanação, o inventário fiel do passado, pelo qual somos tão opostamente apreciados?
Entretanto, esse passado está para ser escrito com fidelidade, ou antes, está desfigurado nos compêndios destinados ao ensino da história rio-grandense.
Varão insigne, o Visconde de São Leopoldo empreendeu escrevê-la, mas fechados como eram em seu tempo os arquivos que abrigavam as fontes históricas, e disseminadas as informações particulares em livros estrangeiros de quase impossível obtenção aqui, onde residia aquele publicista ,certamente não podia a sua empresa ser satisfatóriamente realizada como o exige hoje as letras históricas :assim é que padece aquela história de notáveis lacunas e erros de fatos , que vem perdurando como verdades classicas , e que devem ser retificados, para não continuar o ensino de uma falsa história nossa. a esse paulista ilustre, a quem todas as homenagens de estima e respeito devemos, pelos altos serviços e dedicação ao Rio Grande, opere os reparos, que se aplicam aos seus sucessores, que únicamente nele se inspiraram
.Vejamo-los:
Se relata que foi Martim Afonso de souza que apadroou este litoral para Portugal, até o Rio da Prata, quando o diário de sua navegação (em 1531) está publicado e prova que eles não abordou terra rio-grandense, ao passo que no manifesto do príncipe D.Pedro justificando a criação da Colonia do Sacramento se declara que 'EM 1502 AMÉRICO VESPÚCIO descobriu e apadroou este litoral até o cabo de Santa Maria, para o rei de Portugal."
Com a ereção da PROVÍNCIA DOS TAPES em 1639, que foi a primeira divisão politico-administrastiva que teve o Rio Grande, prova-se que apenas por menos de um século esteve ele descurado do governo espanhol, ao passo que por dois séculos esteve-o do Português pois só em 1737 é que SILVA PAES fundou o presídio de Rio Grande, e, quando tal se deu, habitante luso nenhum foi encontrado , pois os que havia-brancos, cristãos-eram os jesuítas e funcionários castelhanos das Missões.
Entre a colônia do Sacramento e a Laguna(fundada quase na mesma época e não em anterior)os raros traseuntes marchavam pelo litoral, e disso é prova o roteiro de 1703, de Domigos Filgueiras.
As incursões dos bandeirantes paulistas são fabulosas aqui, bem como os heroísmos do capitão-mor da Laguna, sendo que até este não esteve no Rio Grande nas duas vezes e que foi mandado a dilig|ências neste litoral, em 1715 e 1724.
A melhor prova de que aqui nada fizeram os lagunenses é a ata de sua câmara, de 10 de novembro de 1727, em que confessam que, "aqui nada se podia habitar ou povoar, porque laguna era pobre de pessoal e a vida na campanha impossibilitada pelas incursões dos índios!
Se diz que Luis Pedroso de Barros quando fez esse caminho de São Paulo ao Paraná, terminando na casa do Registro do Ouro, onde vinham ter-por lei-todos os transeuntes entre São Paulo e Mato Grosso.
Outro erro dizer-se que o bravo paulista Manoel Pais da Silva erigiu na Vacaria um marco de domínio luso:a façanha é exata, mas a Vacaria não é a do Rio Grande, mas sim do Mato Grosso.
A fundação do posto militar em Rio Grande em 1737, deu-se com baianos, mineiros, fluminenses e lusos; em poucos anos mais entraram os casais de ilhéus, açorianos e madeirenses.
Quando sobre as desoladas areias da barra erguia-se o primeiro fortim de Jesus-Maria_josé, além, na serra, elevava-se já uma cidade de 8.000 habitantes, São Miguel, a capital das MIssões Orientais do Uruguai.
Lugar de "enxurros de degredados e de mulheres desmandadas", como sem critério nem verdade publicou em 1822 o Monsenhor Pizarro, isso é que nunca foi, o decreto de 1797, que cita, que atalhou aquele mal pestífero", não, nada tem com o Rio Grande do Sul!
Considerações: O VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO ERA PAULISTA, LUSO BRASILEIRO, VEM DESDE ESTA ÉPOCA AS "PICUINHAS" ENTRE GAÚCHOS E PAULISTAS, NINGUÉM PODE NEGAR ISTO!NA VERDADE O VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO SE BASEAVA NOS ESCRITOS DE MONSENHOR PIZARRO, E DE FATO, HOUVE UM DECRETO EM 30 DE JUNHO DE 1794 MAS QUE FOI REVOGADO EM 20 DE NOVEMBRO DE 1797, SE REFERE AOS DITOS "DEGREDADOS" QUE SERIAM JOGADOS AQUI NO RIO GRANDE DO SUL.
LIMPANDO A EUROPA
NA VERDADE OS ESPANHÓIS E PORTUGUESES COSTUMAVAM ENCHER NAUS COM BANDIDOS E OUTRAS PESSOAS FORA DA LEI EM SEUS PAÍSES E JOGÁ-LOS EM ALGUM LUGAR NA AMÉRICA PARA SE LIVRAR DELES. NESTE CASO OS TAIS DEGREDADOS FORAM JOGADOS NO MATO GROSSO, RIO BRANCO,RIO NEGRO E RIO MADEIRA....
LIMPANDO A EUROPA
NA VERDADE OS ESPANHÓIS E PORTUGUESES COSTUMAVAM ENCHER NAUS COM BANDIDOS E OUTRAS PESSOAS FORA DA LEI EM SEUS PAÍSES E JOGÁ-LOS EM ALGUM LUGAR NA AMÉRICA PARA SE LIVRAR DELES. NESTE CASO OS TAIS DEGREDADOS FORAM JOGADOS NO MATO GROSSO, RIO BRANCO,RIO NEGRO E RIO MADEIRA....
O MONSENHOR PIZARRO CERTAMENTE NÃO TOMOU CONHECIMENTO DA REVOGAÇÃO DO DECRETO QUE OS ENCAMINHAVA PARA O SUL DO BRASIL, POR ISSO A RECLAMAÇÃO DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO.
obs:OS DEGREDADOS: pessoas que sofreram pena de degredo,ou seja,foram expulsos ou excluídos do seu país,por decreto governamental em virtude de crimes cometidos
sábado, 9 de outubro de 2010
IMAGINEMOS UM RITO CRISTÃO NOS SETE POVOS DAS MISSÕES
O folklorista e estudioso da História Riograndense nos primeiros tempos, João Simões Lopes Neto, descreve assim a Celebração de Corpus Christi e outras festas.
"Nas festas sobressaíam a de Santo Inácio de Loiola, a do Padroeiro da Missão, e a de Corpus Christi, que eram celebradas com a pompa possível, para deslumbramento dos índios, enlevados nesse aparato de culto externo.
Pelaa madrugada o Cabildo e caciques da Missão saiam à frente dum piquete de cavalarianos, com os seus melhores trajes e montados em ricos ornamentos, percorrendo as ruas, dando tiros de roqueira e fazendo rufar tambores e soar clarins , enquanto que os sinos repicavam festivos. seguia-se a missa , cantada, e depois solene procissão.
As ruas eram adornadas de arcos floridos aos quais eram presas aves de plumagem vistosa, como tucanos, araras, etc...em outros pontos expunham vasilhas largas com peixes vários, e em reforçadas jaulas pumas e jaguares, que urravam ferozmente ao passar o povo entoando hinos sacros ao som da música.
No chão alcatifado de flores e ervas odoríferas-trevo, alevante,etc...espalhavam´-se punhados de grãos dos cereais que deviam ser semeados na próxima plantação; o trigo,, especialmente, deveria ser pisado especialmente pelo sacerdote portador da SAGRADA CUSTÓDIA>
Depois da procissão faziam os padres distribuição de pão , assados e doces.
Muitas vezes, na festa do padroeiro, havia na praça o torneio das cavalhadas, ou seja, a representação de autos sacros e danças das crianças em frente à Igreja.
Aos compartes que mais se distinguiam nestas diversões dava-se como premio um tupambai, que era uma peça de tecido de algodão franjada, semelahndo uma pequena manta, este presente era muito apreciado.
Pela SEMANA SANTA guardava-se rigoroso jejum, e, durante a procissão do SENHOR MORTO os índios disciplinavam-se e entoando um cântico especial em guarani, chamado CRISTO NHANDEJARA, cujo último verso seguida de espôntanea flagelação dos cantores, era assim:
CONDE, SEPULCRO, IÑATUI ACUERA
NANDEMOÑANGARA IÑATUI PIRERA
AH!CRISTO NHANDEJARA!
TRADUZINDO:
-EIS AÍ O SEPULCRO-ONDE FOI ENTERRADO-
O TEU SAGRADO CORPO-POR NOSSOS PECADOS-
AI! CRISTO, SENHOR NOSSO!
O TEU SAGRADO CORPO-POR NOSSOS PECADOS-
AI! CRISTO, SENHOR NOSSO!
VOCABULÁRIO= NHANDEJARA= NOSSO SENHOR
A LINGUA GUARANI FOI A MAIS FALADA NO BRASIL ATÉ O ANO DE 1750, AS PALAVRAS SÃO COMPOSTAS DE CONTRAÇÕES, COMO ESTA: NHANDÉ=NOSSO
JARA=SENHOR = NHANDEJARA= SENHOR NOSSO!A LINGUA GUARANI FOI A MAIS FALADA NO BRASIL ATÉ O ANO DE 1750, AS PALAVRAS SÃO COMPOSTAS DE CONTRAÇÕES, COMO ESTA: NHANDÉ=NOSSO
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jaguar |
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tucano |
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arara |
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cavalhada-claro que no caso os indígenas montavam seus cavalos sem os arreios |
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arara |
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puma |
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tucano |
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
SENTIMENTOS DIFERENTES DE COLONIZADORES E INDIGENAS
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DA ENCICLOPEDIA LIVRE: AS MINAS DE POTOSI:
As Minas de Potosí localizam-se no cerro de Potosí, no Alto Peru, atual Departamento de Potosí, na Bolívia.
Constituíram-se no principal centro produtor de prata em toda a América, durante o período colonial.
As jazidas foram descobertas casualmente, em 1545, por um indígena chamado Hualpa ou Gualca. Neste mesmo ano foi registrada uma primeira mina, que o espanhol Juan de Villarroel denominou Descoberta. Ao final do século XVIII contavam-se cerca de 5 mil bocas de mina, produzindo anualmente 250 a 300 mil marcos de prata.
A sua exploração em grande escala foi possibilitada pela descoberta, em 1563, de jazidas de mercúrio em Huancavelica.
O sistema de exploração mineira era baseado no trabalho indígena, por meio da mita.
A prata foi o produto americano mais apreciado pela metrópole, tendo a sua extração usufruido de extraordinários benefícios fiscais. Apesar disso, estima-se que 1/3 da produção tenha circulado às margens dos controles fiscais.
Ainda hoje existem pessoas trabalhando nas minas devotas á el tio(diabo)mesmo pertencendo a religião cristã, essas pessoas principalmente continuam lá porque querem dignidade para familia.
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PINTURA DE UMA MINA DE PRATA NO PERU |
SIGNIFICADOS DIFERENTES PARA UM E OUTRO POVO
A transmigração impunha que os indígenas deixasseM para tras suas terras , herdadas de seus ancestrais, além de suas lavouras, ervais,vacarias, estâncias, algodoais, seus templos e oficinas, de onde tiravam seu sustento. Com muita razão a frase atribuída a Sepé Tiarajú:ESTA TERRA É MINHA! e era por direito.
Nem a Igreja Católica Apostólica Romana reconhecia isto, tinha a mesma visão dos reis Ibéricos, Apenas os padres jesuítas que conviviam com os indigenas tinham sentimento diferente. enfim, apesar das ameaças do padre Altamirano, não se renderam, e usaram a estratégia de ir adiando a transmigração.Enfim, depois de ter convivido por um tempo entre estes missionários e os indígenas , escreve, já vencido, o Padre Altamirano :Repito uma e mil vezes a minha humilde súplica que quase nos mesmos termos faço também ao padre assistente para os culpados, de que não se tome providencia, que sendo de mortificação para os culpados(no caso os jesuitas)seja grave e maior castigo para mim. Eu estou resignado e pronto a receber em Espanha(se Deus me levar até lá) o castigo que merecer por meus muitos erros, ou o que seja do agrado de V.P.M.R.
AS PUNIÇÕES ANUNCIADAS
A fim de colocar os padres jesuítas entre a faca e a parede já em junho de 1753 o comissãrio espanhol Andonaegui e o Padre Altamirano enviaram às Missões avisos importantes. Estas cartas eram compostas por 24 artigos, sendo que o mais ameaçador era o oitavo.
Dizia:
"se com suas extraordinárias diligências praticadas até o dia 15 de agosto proximo, último prazo para a mudaça, não conseguirem que os índios saíssem em companhia dos povoados, para estabelecer-se interinamente nas imediações ou em novos terrenos, que OS PADRES CONSUMAM NO DITO DIA O SANTÍSSIMO SACRAMENTO E QUEBREM OS VASOS SAGRADOS PARA QUE NÃO SIRVAM PARA USOS PROFANOS.SAIAM DOS POVOADOS LEVANDO APENAS SEU BREVIÁRIO, SEM DEMORA SE PONHAM A CAMINHO PARA BUENOS AIRES, A APRESENTAR-SE AO GOVERNADOR.
Ao contrário dos espanhóis e portugueses e os luso brasileiros os índígenas não possuíam como o homem civilizado o sentimento de pátria, mas sim, um apego telúrico ao território que o vira nascer, e no qual haviam se fixado há mais de um século. Por esse motivo não deixariam a terra sem resistência.
DA ENCICLOPEDIA LIVRE: AS MINAS DE POTOSI:
As Minas de Potosí localizam-se no cerro de Potosí, no Alto Peru, atual Departamento de Potosí, na Bolívia.
As jazidas foram descobertas casualmente, em 1545, por um indígena chamado Hualpa ou Gualca. Neste mesmo ano foi registrada uma primeira mina, que o espanhol Juan de Villarroel denominou Descoberta. Ao final do século XVIII contavam-se cerca de 5 mil bocas de mina, produzindo anualmente 250 a 300 mil marcos de prata.
A sua exploração em grande escala foi possibilitada pela descoberta, em 1563, de jazidas de mercúrio em Huancavelica.
O sistema de exploração mineira era baseado no trabalho indígena, por meio da mita.
A prata foi o produto americano mais apreciado pela metrópole, tendo a sua extração usufruido de extraordinários benefícios fiscais. Apesar disso, estima-se que 1/3 da produção tenha circulado às margens dos controles fiscais.
Ainda hoje existem pessoas trabalhando nas minas devotas á el tio(diabo)mesmo pertencendo a religião cristã, essas pessoas principalmente continuam lá porque querem dignidade para familia.
"
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
MORRE O REI DE PORTUGAL D.JOÃO V
Com a morte de D.João V,rei de Portugal, em 31 de julho de 1750,D.José I assumiu a corôa portuguesa.
Nomeou então como seu Primeiro MinistroSebastião José de Carvalho ,mais conhecido como MARQUES DE POMBAL.Este Marques não tinha nenhuma simpatia pelos jesuítas e nunca fez questão de esconder isto.Queria efetivar de uma vez o tratado de Madrid.
Nomeou então como seu Primeiro MinistroSebastião José de Carvalho ,mais conhecido como MARQUES DE POMBAL.Este Marques não tinha nenhuma simpatia pelos jesuítas e nunca fez questão de esconder isto.Queria efetivar de uma vez o tratado de Madrid.
Como não houvesse nenhum movimento por parte dos jesuítas e seus indígenas para fazer a ordenada transmigração veio para a Améria juntamente com o Marques deValdelírios,espanhol, o padre Lope \luiz Altamirano, comissário eclesiástico ,encarregado de supervisionar o cumpriemento das estipulações do tratado,designado pelo REALPATRONATO. Missão um tanto dificil .Recebidocom desconfiança tornou-se entre os padres e os indígenas uma figura impopular.,não só no território dos7 Povos ,mas em todo território missioneiro até o Paraguai.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O MAPA DA LOCALIZAÇÃO DAS TRIBOS NO RIO GRANDE DO SUL
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
CONVÊNIO SECRETO ADICIONAL
Um ano após o TRATADO DE MADRID em 17 de janeiro d e1751 firmaram Portugal e Espanha um convênio secreto adicional. Por ele os reis de Portugal e Espanha se comprometiam em caso de resistência dos índios e habitantes a realizar a transmigração destes povos das aldeias e territórios missioneiros sob a força das armas. O que de fato aconteceu, mas os índios se recusaram a transmigrar por entender que a terra lhes pertencia bem como tudo o que tinham construído junto com os jesúítas.Começam então as campanhas de resistência envolvendo índios, jesuítas, portugueses e espanhóis e a CONGREGAÇÃO DA COMPANHIA DE JESUS . Durante estas campanhas (combates, estratégias de resistência) que duraram na verdade apenas 3 anos, de 1753 a 1756, os indígenas que não pereceram nos combates dispersaram-se, embrenhando-se na mata.
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ALEXANDRE DE GUSMÃO |
ALEXANDRE DE GUSMÃO, LUSO-BRASILEIRO UM DOS PRINCIPAIS ARTICULADORES DA EXECUÇÃO DO TRATADO DE MADRID.
Alexandre de Gusmão (Santos, 1695 – Lisboa, 1753) foi um diplomata luso-brasileiro nascido no Brasil colônia, que representou Portugal em vários países, nomeadamente em Roma, onde chegou a ser convidado para a corte do Papa Inocêncio XIII. Notabilizou-se pelo seu papel crucial nas negociações do Tratado de Madrid, assinado em 1750, que definiu os limites entre os domínios coloniais portugueses e espanhóis na América do Sul, criando assim as bases do atual Brasil
Alexandre de Gusmão (Santos, 1695 – Lisboa, 1753) foi um diplomata luso-brasileiro nascido no Brasil colônia, que representou Portugal em vários países, nomeadamente em Roma, onde chegou a ser convidado para a corte do Papa Inocêncio XIII. Notabilizou-se pelo seu papel crucial nas negociações do Tratado de Madrid, assinado em 1750, que definiu os limites entre os domínios coloniais portugueses e espanhóis na América do Sul, criando assim as bases do atual Brasil
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
A PENÍNSULA IBÉRICA PREPARA O MASSACRE DOS POVOS INDÍGENAS
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MODO DE CAVALGAR DOS ÍNDIOS MISSIONEIROS |
Os exércitos europeus treinados e disciplinados para o combate nas guerras européias e dispondo dos melhores armamentos existentes naquela época, confrontavam-se com índios praticamente indefesos. considerando-se ainda , a superioridade em número d ehomens que contava a favor dos exércitos ibéricos.
O exército espanhol contava de 1670 homens de tropa regular, 500 gastadores(gente de serviço que trabalhava nas fortificações) canhões de campanha e um parque bem provido de víveres e munições. E o exército portug~es que levantou seus quartéis do Rio Grande, contava com 1606 homens, 10 bocas de fogo, 152 carretas, 3 carros depólvora, 3.670 cavalos, 2823 rezes de abasto, 1816 bois para tração e 375 bestas muares. Totalizaram essas forças mais de 3.700 combatentes que se iam enfrentar com menos d e1.700 índios, mal armados, incapazes de enfrentar a terrível máquina movida pelo inimigo que entrava em ação com 19 canhões.
Em torno disso não era difícil arriscar antecipadmente com uma boa margem de acerto, o resultado desse grande impasse.
O TRATADO DE MADRID
Como vimos anteriormente ao longo dos séculos diversos tratados foram firmados entre Portugal e Espanha para dividir as terras "conquistadas" mas para os nativos da America do sul a coisa começou a ficar feia mesmo após o TRATADO DE MADRID, firmado em 13 de janeiro de 1750, entre o rei de Portugal D.João V e Fernando VI da Espanha.
Este tratado foi planejado por ALEXANDRE DE GUSMÃO, ministro de D.João V. Ele conseguiu convencer o monarca que convinha a portugal uma porção do território das Missões do Paraguai, que eram 30 aldeias situadas no centro e na zona superior dos rios Uruguai, Paraná e Paraguai. Dessas 30 reduções sómente 8 se acham dentro do território da atual República do paraguai, enquanto 15 estão em território Argentino e 7 estão situadas no Brasil, especificamnete no Rio Grande do Sul.Isto lhe assegurava a fronteira natural, do que a distante COLONIA DO SACRAMENTO, constantemente ameaçada , exigindo caríssimas medidas de defesa, incompatíveis com os recursos bélicos de Portugal.
Gusmão convenceu o Rei de Portugal que, embora perdessem a COLONIA DO SACRAMENTO estas novas divisas abririam facilidades na possivel descoberta e exploração de jazidas de ouro no território
missioneiro e o rei de Portugal não via interesse algum aqui que não fossem interesses econõmicos.
EIS UM DOS ARTIGOS QUE CONSTAVA NO TRATADO DE MADRID:
"Das povoações ou aldeias que cede sua MAGESTADE CATÓLICA NA MARGEM ORIENTAL DO URUGUAI, sairão os MISSIONÁRIOS (jesuítas) com todos os móveis, e efeitos, levando consigo OS ÍNDIOS para aldear em outras terras de Espanha, e os referidos INDIOS poderão levar também todos os seus móveis e semoventes, e as ARMAS, pólvora e munições que tiverem, em cuja forma entregarão as povoações à COROA DE PORTUGAL , com todas as suas casas, Igrejas e Edifícios e a propriedade e posse do terreno....!
O Território cedido da Espanha para Portugal compreendia os 7 POVOS DAS MISSÕES: SÃO BORJA, SÃO NICOLAU, SÃO MIGUEL,SÃO LUIS GONZAGA, SÃO LOURENÇÕ,SÃO JOÃO BATISTA,SANTO ANGELO, que eram trabalhados pelos jesuítas desde o ano de 1682!
Aí começou o conflito deveras, os jesuítas haviam já organizado todo este povo, pode-se dizer um exemplo de bem estar e organização social, deixando de lado algumas normas da Igreja Católica de então, mas viviam bem, muito bem, se desenvolvendo em todos os aspectos espirituais e humanos.
Os portugueses e espanhóis sabiam que haveria resistencia e se prepararam para fazer cumprir o TRATADO à força, se fosse necessário.
No ano de 1732 a população dos SETE POVOS contava com 39.343 "almas"- almas- era a forma de designar os indígenas.
Além disso deram prazo de apenas um ano para efetuar a mudança!
Nesta época a Europa não tinha a menor idéia para compreender a dimenção do problema da execução deste Tratado, longe demais para entender a dimensão deste negócio!
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mapa dos movimentos dos exércitos indígenas e espanhóis e portugueses. |
Começa aí uma série de manobras por parte dos padres jesuítas, tentando retardar ou reverter a situação, os indígenas recusaram-se a obedecer esta ordem, Portugal e Espanha juntaram-se em armas para fazer cumprir o TRATADO e ainda no meio de tudo isso a ORDEM DA COMPANHIA DE JESUS mandou um representante, com o aval DO SUMO PONTÍFICE PARA FAZER CUMPRIR AS ORDENS! FOI O COMEÇO DE DIVERSAS CAMPANHAS QUE CULMINARAM COM A GUERRA GUARANÍTICA, LEVANDO OS INDIOS DESVANTAGEM POR NÃO TEREM ARMAS PARA ENFRENTAR OS DOIS EXÉRCITOS.
sul
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
PORTUGUESES E ESPANHÓIS-UM SECULO SEM TRÉGUA
PELA POSSE DESTA TERRA PORTUGAL E ESPANHA MANCHARAM O PAMPA DE SANGUE
7 de agosto de 1680
sete meses depois da fundação da COLONIA DO SACRAMENTO a mesma é destruída pelos espanhóis.Em 7 de maio de 1681 é devolvida a Portugal pela intervenção do Papa
17 de outubro de 1704
Sitiada, a Colonia resiste até15 de março de 1705, quando os portugueses abandonam o lugar.É devolvida a Portugal pelo TRATADO D E UTRECHT DE 1715
10 de novembro de 1735
Novo sítio espanhol. O armistício é assinado em 21 de março de 1737. e confirmado pelo TRATADO DE MADRID DE 1750
6 de outubro d e 1762
Depois de 16 meses sitiada a COLONIA DO SACRAMENTO é tomada pelos espanhóis, mas volta aos portugueses 25 dias depois.o TRATADO DE PARIS de 1763 confirma.
1 de outubro de 1776
Atacada, SACRAMENTO se rende em 31 de maio de 1777.No mesmo ano o TRATADO DE SANTO ILDEFONSO ratifica sua posse pelos espanhóis.em troca, os portugueses ganham a REGIÃO DOS SETE POVOS DAS MISSÕES.
NESTE TEMPO NÃO LEVARAM EM CONSIDERAÇÃO QUE INDÍGENAS E JESUÍTAS ESTAVAM ORGANIZADOS EM SUAS REDUÇÕES. EXIGIDA A RETIRADA DOS JESUÍTAS COM SEUS INDÍGENAS, QUE PERTENCIAM AOS ESPANHÓIS, O CONFLITO AGORA É ENTRE INDÍGENAS E JESUÍTAS CONTRA PORTUGAL E ESPANHA UNIDOS.É A GUERRA.
7 de agosto de 1680
sete meses depois da fundação da COLONIA DO SACRAMENTO a mesma é destruída pelos espanhóis.Em 7 de maio de 1681 é devolvida a Portugal pela intervenção do Papa
17 de outubro de 1704
Sitiada, a Colonia resiste até15 de março de 1705, quando os portugueses abandonam o lugar.É devolvida a Portugal pelo TRATADO D E UTRECHT DE 1715
10 de novembro de 1735
Novo sítio espanhol. O armistício é assinado em 21 de março de 1737. e confirmado pelo TRATADO DE MADRID DE 1750
6 de outubro d e 1762
Depois de 16 meses sitiada a COLONIA DO SACRAMENTO é tomada pelos espanhóis, mas volta aos portugueses 25 dias depois.o TRATADO DE PARIS de 1763 confirma.
1 de outubro de 1776
Atacada, SACRAMENTO se rende em 31 de maio de 1777.No mesmo ano o TRATADO DE SANTO ILDEFONSO ratifica sua posse pelos espanhóis.em troca, os portugueses ganham a REGIÃO DOS SETE POVOS DAS MISSÕES.
NESTE TEMPO NÃO LEVARAM EM CONSIDERAÇÃO QUE INDÍGENAS E JESUÍTAS ESTAVAM ORGANIZADOS EM SUAS REDUÇÕES. EXIGIDA A RETIRADA DOS JESUÍTAS COM SEUS INDÍGENAS, QUE PERTENCIAM AOS ESPANHÓIS, O CONFLITO AGORA É ENTRE INDÍGENAS E JESUÍTAS CONTRA PORTUGAL E ESPANHA UNIDOS.É A GUERRA.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O QUE ESCREVEU JOÃO SIMÕES LOPES NETO SOBRE AS TRIBOS DO RIO GRANDE DO SUL
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PINTURA DE INDIO CHARRUA |
SOBRE AS TRIBOS RIOGRANDENSES
"Estava assim espalhada a população indígena do Rio Grande do Sul \; os MINUANOS estanciaram desde a lagoa Mirim até a margem direita do rio Camaquã e subiam pela esquerda do Jaguarão até o rio negro. Os TAPES estendiam suas tabas desde a lagoa dos PATOS(UPAVA) entre os rios Camaquã e Jacuí , prosseguindo para o norte entre Taquari e o ijuí-mirim, ainda sobre a dita lagoa e o ar.Os CARIJÓS OU PATOS) e do lado oposto os ARACHANES E CANANS, sobre o rio IBICUÍ-GRANDE E O URUGUAI para o norte os TAPES, nos campos da VACARIA OS CAÁGUAS, ao longo do rio Caí até o GUAIRA, VIZINHOS DOS BANHADOS DO iNHATIUM OS IAROS e ainda ao sul do IBICUÍ os GUENOAS e para oeste os CHARRUAS, dominando entre os rios NEGRO, QUARAIM E O URUGUAI.
Não são estes, como geralmente se há entendido, nomes distintos de raças ou nações, porém, apenas significativos ou apelidos meramene locais e referindo-se ou ao sítio habitado ou a costume ou feição mais peculiar a cada grupo. Estes diversos povos, com o decorrer do tempo, por motivo de intromissão dos europeus, se foram entrelaçando e fundindo ou arredando-se, de forma a não er desarrazoado tratar como principal para tipo geral, os guaranis, como os mais numerosos e organizados e depois os tapes, charruas e minuanos.
1-GUARANIS- eram de estatura média, reforçados e bem feitos, de cor acobreada. Tinham os sentidos muito apurados, olfateando DESDE MUITO LONGE A FUMAÇA E O FOGO, A CATINGA DO JACARÉ, E OUVINDO A CASCAVEL E O PISAR DO TIGRE, MUITO ANTES DE VER OS ANIMAIS.
Usavam a pesca também a ubá, canoa, feita de casca de certas árvores de grande porte.
Nenhuma cerimonia especial precedia o casamento, com a mesma facilidade com que tomavam mulher trocavam-na por outra, em certas ocasiões ofereceiam qualquer das suas mulheres a um amigo ou hóspede, este, ao partir, devia restitui-la.
No seu entender só ao pai se devia a vida do filho, sendo a mãe considerada apenas como guarda ou depositária da prole. A mulher depois de dar á luz ia com o filho lavar-´se no rio e continuava a lida diária, sem maior resguardo, em contra, conservava-se o marido deitado na rede e se abstinha de certas comidas.
Desde cedo ensinavam os rapazinhos o uso das armas e a maneira de fabricá-las.
Havia entre os da mesma tribo verdadeiro comunismo, nenhum comia ou bebia sem repartir com os demais.
Não conheciam a propriedade de terras ou de bens da raiz, nenhum possuia um campo como propriedade particular, era só enquanto lhe convinha ocupá-lo, temporariamente , como um bocado de sol ou a sombra de uma árvore.
2-TAPES- tinham os costumes comuns aos guaranis e habitos mais sedentários, sendo também de mais branda índole e entregavam-se boamente à catequese dos jesuítas e constituira,para diante, amalgamados aos guaranis , o povo sociável ás MISSÕES ORIENTAIS.
3-CHARRUAS E MINUANOS- corre em crônica que um inca , e tempo anterior à descoberta do NOVO MUNDO, tendo trazido uma invasão e conquista até a província argentina de TUCUMÃ , adiantaram-se forças suas até as margens do RIO DA PRATA, onde encontraram tribos índigenas, provávelmente de origem andina ,, que denominara CHARRUBAS, QUE EM LÍNGUA QUÍCHUA QUER DIZER RIBEIRINHOS.
E não é despropositado o aceitar-se a versão, atendendo a que os selvagens do Prata deram aos primeiros navegadores europeus a notícia da longinqua civilização e riqueza do império do sol que não era outro senão o PERU.
ERAM CHARRUAS E MINUANOS os dominadores das coxilhas. Usavam longos cabelos e trançados e cingiam a cabeça com um cocar de plumas de nhandú, vestiam-se de tangas de penas ou mantas( caipi)de peles de quadrupedes , muito bem sovados e que tingiam pela parte do carnal que era a que ficava para fora. Eram muito resistentes ao frio, à fome e à sede, agilissimos na carreira , um tanto nõmades, cada tribo ou bando de cinquenta famílias mais ou menos, carregavam as cobertas dos toldos, feitas de esteiras de táboas ou de couros e os demais apetrechos.
Quando após a ocupação, começaram os índios a ver os espanhóis a cavalo e servindo-se deles para a guerra e para o transporte trataram também de se apropriarem destes animais e tornaram-se admiráveis cavaleiros, montando em pêlo e sem freio, empregando em vez deste um anel(bocal) de guasca ao qual prendiam as rédeas pelo seu modo de domar, o cavalo cede para os dois lados, sob as rédeas unidas, ao passo que os europeus governavam puxando cada cana de rédea para o lado necessário.
De tal modo identificaram-se à montaria que SABIAM COMBATER ALINHADOS E FAZER CARGAS DE LANÇAS!
Os cavalos eram primorosamente amansados, uma das astúcias de guerra, que empregavam era de aproximar-se deitados sobre o dorso do cavalo ou sobre um dos lados, segurando-se às crinas, e cair, de improviso sobre o inimigo despercebido!
Na guerra e na caça gostavam de fazer as suas correrias nos lugares descampados. Os Charruas inventaram e atiravam eximiamente as boleadeiras , que faziam de pedras entalhadas , e bem assim o laço, aparelhos que empregavam também como arma.
quando os jesuitas vindos das Reduções de Guairá, lançaram com o acolhimento dos TAPES as primeiras capelas dentre IBICUÍ-IJUÍ grande, e trouxeram lotes de cavalos e vacuns, os CHARRUAS já conheciam estes animais. "
CONSIDERAÇÕES:
COMO OS INDIGENAS COSTUMAVAM TER QUANTAS MULHERES PUDESSEM SUSTENTAR, ESTA FOI UMA LUTA DURA PARA OS PADRES JESUÍTAS, PODE-SE DIZER QUE INGLÓRIA.
OUTRA LUTA FOI A DE "ENROUPAR" OS INDIGENAS. ELES SE SENTIAM PRESOS ÁS ROUPAS-UNIFORMES- CONTA-SE QUE FUGIAM E FICAVAM UM TEMPO FORA, DIZENDO QUE IAM CUIDAR DE DETERMINADAS ESTÃNCIAS DOS JESUÍTAS OU FAZER ALGUMA TAREFA E APROVEITAVAM PARA VOLTAR AOS SEUS COSTUMES, ÁS SUAS VESTES.
ESTES INDIOS, BONS CAVALEIROS, CHAMADOS DE VAQUEANOS OU TAPEJARAS POSTERIORMENTE AJUDAVAM OS JESUITAS NAS LIDES COM O GADO E DEPOIS DA DESTRUIÇÃO DOS SETE POVOS DAS MISSÕES MISTURARAM-SE COM OS PEÕES DAS FAZENDAS QUE PRECISAVAM DE BONS VAQUEIROS E DE BONS DOMADORES DE CAVALOS.
NO RIO GRANDE DO SUL AS ÚNICAS NAÇÕES INDÍGENAS QUE SOBREVIVEVEM ATÉ HOJE SÃO UNS POUCOS GUARANIS E OS KAINGANGS EM MAIOR NUMERO, COMO ERAM MAIS FEROZES E VIVIAM NAS MATAS MAIS AFASTADAS.
Postado por Ana Maria às 15:00 0 comentários:
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Grupo Cavera - Homens de Preto-
NÃO FOI DEUS QUE FEZ OS HOMENS DE PRETO, MAS ELES É QUE SE FIZERAM DE "PRETO". ESTA MUSICA TEM UM SIGNIFICADO PROFUNDO, A IMPIEDADE DOS HOMENS DO TEMPO PASSADO E DO TEMPO PRESENTE.
OS RIOS DA MINHA VIDA
OS RIOS EM MINHA VIDA
OS RIOS QUE FORMAM O RIO DA PRATA
OS RIOS QUE FORMAM O PRATA:
PARANÁ E URUGUAI
O RIO PARANÁ
O rio Paraná ('parecido com o mar', do tupi para (mar) e na (se parece com) é um rio sul-americano que nasce entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, no Brasil, na confluência de dois importantes rios brasileiros: o Grande e Paranaíba. O Rio Paraná corre aproximadamente no eixo central da Bacia do Paraná, uma ampla bacia sedimentar.
Em seu percurso, banha também o estado do Paraná, adquirindo uma extensão total de 3.998 km, que lhe renderia o posto de o nono rio mais extenso do mundo, caso fosse contado o trecho do rio Paranaíba. O rio Paraná demarca a fronteira entre Brasil e Paraguai numa extensão de 190 km até à foz do rio Iguaçu.
A partir de Foz do Iguaçu, o rio muda para direção oeste e passa a ser o limite natural entre Argentina e Paraguai. Na confluência do rio Paraguai o rio entra inteiramente em terras argentinas e passa a percorrer a direção sul, desaguando no delta do Paraná e, conseqüentemente, no Rio da Prata
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URUGUAI
O rio Uruguai forma-se nas nascentes na Serra Geral em cotas aproximadas de 1800 m com o nome de Rio Pelotas. Somente após receber as águas do Rio Canoas passa a se chamar Rio Uruguai indo na direção geral leste-oeste, até receber, pela margem direita, as águas do Rio Peperi-Guaçu, quando começa a infletir para sudoeste, servindo de fronteira inicialmente entre Brasil e Argentina, até receber o rio Quaraí, afluente da margem esquerda e que atua como fronteira entre o Brasil e o Uruguai.
Depois de receber as águas do rio Quaraí, o rio Uruguai continua para o sul até a localidade de Nueva Palmira, onde deságua no rio da Prata. Sua extensão total é de 1770 km. Note que desde a junção de seus formadores até a foz do Quaraí são um total de 1262 km, ficando os restantes 508 km do rio Uruguai correndo inteiramente entre terras uruguaias e argentinas. Se for considerado a extensão do Rio Pelotas, sua extensão chega aos 2150 Km. Seu desnível total é de 24 cm/km.
RIO DA PRATA
rio da Prata é o estuário criado pelos rios Paraná e Uruguai, formando sobre a costa atlântica da América do Sul uma muesca triangular de 290 quilômetros de largura. A bacia hidrográfica combinada do Rio da Prata e seus afluentes (os rios Lujan, Matanza, Samborombón e Salado do Sul) possui uma superfície de aproximadamente 3 200 000 km².
Corre de noroeste a sudeste e mede dois quilômetros de largura no ponto que se toma como origem. No ponto onde as águas deixam de ser doces e se convertem no Oceano Atlântico sua largura é de 219 quilômetros. O limite exterior do Rio da Prata está determinado pela linha imaginária que une Punta del Este (República Oriental do Uruguai) com Punta Rasa no extremo norte do Cabo San Antonio (República Argentina
PARANÁ E URUGUAI
O RIO PARANÁ
O rio Paraná ('parecido com o mar', do tupi para (mar) e na (se parece com) é um rio sul-americano que nasce entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, no Brasil, na confluência de dois importantes rios brasileiros: o Grande e Paranaíba. O Rio Paraná corre aproximadamente no eixo central da Bacia do Paraná, uma ampla bacia sedimentar.
Em seu percurso, banha também o estado do Paraná, adquirindo uma extensão total de 3.998 km, que lhe renderia o posto de o nono rio mais extenso do mundo, caso fosse contado o trecho do rio Paranaíba. O rio Paraná demarca a fronteira entre Brasil e Paraguai numa extensão de 190 km até à foz do rio Iguaçu.
A partir de Foz do Iguaçu, o rio muda para direção oeste e passa a ser o limite natural entre Argentina e Paraguai. Na confluência do rio Paraguai o rio entra inteiramente em terras argentinas e passa a percorrer a direção sul, desaguando no delta do Paraná e, conseqüentemente, no Rio da Prata
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rio paraná |
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rio uruguai |
O rio Uruguai forma-se nas nascentes na Serra Geral em cotas aproximadas de 1800 m com o nome de Rio Pelotas. Somente após receber as águas do Rio Canoas passa a se chamar Rio Uruguai indo na direção geral leste-oeste, até receber, pela margem direita, as águas do Rio Peperi-Guaçu, quando começa a infletir para sudoeste, servindo de fronteira inicialmente entre Brasil e Argentina, até receber o rio Quaraí, afluente da margem esquerda e que atua como fronteira entre o Brasil e o Uruguai.
Depois de receber as águas do rio Quaraí, o rio Uruguai continua para o sul até a localidade de Nueva Palmira, onde deságua no rio da Prata. Sua extensão total é de 1770 km. Note que desde a junção de seus formadores até a foz do Quaraí são um total de 1262 km, ficando os restantes 508 km do rio Uruguai correndo inteiramente entre terras uruguaias e argentinas. Se for considerado a extensão do Rio Pelotas, sua extensão chega aos 2150 Km. Seu desnível total é de 24 cm/km.
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rio da Prata |
rio da Prata é o estuário criado pelos rios Paraná e Uruguai, formando sobre a costa atlântica da América do Sul uma muesca triangular de 290 quilômetros de largura. A bacia hidrográfica combinada do Rio da Prata e seus afluentes (os rios Lujan, Matanza, Samborombón e Salado do Sul) possui uma superfície de aproximadamente 3 200 000 km².
Corre de noroeste a sudeste e mede dois quilômetros de largura no ponto que se toma como origem. No ponto onde as águas deixam de ser doces e se convertem no Oceano Atlântico sua largura é de 219 quilômetros. O limite exterior do Rio da Prata está determinado pela linha imaginária que une Punta del Este (República Oriental do Uruguai) com Punta Rasa no extremo norte do Cabo San Antonio (República Argentina