GUERRA GUARANÍTICA

GUERRA GUARANÍTICA
A RESISTÊNCIA

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

PROSPERIDADE MISSIONEIRA

AINDA DO LIVRO TERRA GAÚCHA, DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO.

"Os paóis das Missões abundavam em gêneros de consumo, de alimento e de vestuário, produzidos no lugar, e que, bastavam para a mantenção dos indios"

Estes não tinham dinheiro.não ganhavam salário, e a colheita das suas roças particulares ou presenteavam-na ou trocavam entre si.
Assim, bem alimentados.vestidos e abrigados, sem necessidades advindas e sem contato com estranhos, para despertá-las ,não tinham nem a noção nem a necessidade de dinheiro.

A riqueza, objetos de culto e conservação dos templos, dos impostos do rei e o conforto dos padres eram atendidos com o rendimento da erva-mate, o desfrute das estâncias  o resultado de outros produtos naturais, que exportavam para o rio das Prata.
pé de erva-mate


Deduzidas todas as desesas o saldo era remetido para o cofre geral da ORDEM EM ROMA(COMPANHIA DE JESUS)
A erva-mate- Desde a entrada dos espanhóis no Prata os índios de ambas as margens foram-lhes tenazmente opostos.
Na margem oriental do Uruguai os belicosos e indomáveis charruas , certo guardando rancorosa memória da aparição de Solis e da morte que lhe deram, continuaram trucidando quantos podiam e só a custo de muito sangue conseguiram os espanhóis firmar-se nas suas primeiras fundações.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

QUEM FOI MONSENHOR PIZZARRO


Scirus

Monsenhor Pizarro ou Monsenhor José de Souza Azevedo e Araújo Pizarro (Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1753Rio de Janeiro, 14 de maio de 1930) foi um historiador morto repentinamente aos 76 anos durante um passeio no Jardim das Plantas da Lagoa Rodrigo de Freitas, atual Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
Principiou desde 1781 a pesquisar documentos antigos. Visitou as igrejas e comarcas do recôncavo da Baía de Guanabara e as descreveu. Sua obra mais famosa são as "Memórias Históricas do Rio de Janeiro, e das Províncias Anexadas à Jurisdição do Vice-Rei do Estado do Brasil", que publicou em 1820.

domingo, 10 de outubro de 2010

DRAMA

AVISO AOS MEUS LEITORES;A GUERRA GUARANÍTICA JÁ COMEÇOU, A INDIADA JÁ ESTÁ MONTANDO A CAVALO COM SEUS ARCOS E FLECHAS E ALGUNS FUZIS, E OS ESPANHÓIS E PORTUGUESES JÁ ESTÃO COM SUAS ARMADAS PRONTAS! MAS COMO EU TENHO DÓ DE DESTRUIR OS 7 POVOS DAS MISSÕES VOU ADIAR POR MAIS UNS DIAS, VOU CONTANDO MAIS UNS CAUSOS.
 A AUTORA

DE RIO GRANDE DE SÃO PEDRO ATÉ ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

AS DENOMINAÇÕES AO LONGO DO TEMPO.

O atual Estado do Rio Grande  do Sul, que fica no extremos sul do Brasil teve diversas denominações ao longo do tempo;

-Em 1502 foi chamado de RIO GRANDE DE SÃO PEDRO-dominação espanhola
-Em 1639 foi chamado de PROVÍCIA DOS TAPES ,-sob o domínio portugues
-Depois de 1737 chamado de CAPITANIA d'EL REI-porque foi devolvida ao Rei, ficando como "terra devoluta"
-Por volta de 1743 chamado de CONTINENTE DE SÃO PEDRO DO SUL
-Depois da Independência nacional , 1822, chamado de PROVÍNCIA DE SÃO PEDRO DO RIO GRANDE DO SUL
-de 1835 a 1845 o GOVERNO FARRAPO  chamou-o de ESTADO RIO-grandense


Explicando as diversas denominações, embora os jesuítas tivessem  sido os primeiros a adentrar o Território do atual Rio Grande do sul e dos Tratados que foram se firmando para a divisão do território entre portugueses e espanhóis, estas linhas eram imaginárias, podemos assim dizer, apesar dos tratados o território sempre foi de disputa, basta lembrar que após a Guerra Guaranitica os portugueses devolveram a região dos 7 Povos das Missões  aos espanhóis  mas como~ali não havia o tão sonhado ouro/prata, os espanhóis acabaram ignorando e abandonando este território que não era mais de seu interesse e este foi incorporado naturalmente à Portugal com a vinda, primeiro dos bandeirantes, depois dos tropeiros paulistas e das familias portuguesas que se estabeleciam com suas familias aí...Por isso a Guerra  Guaranítica e a destruição dos 7 Povos  teria sido desnecessária.....mas também foi uma estratégia do Marques de Pombal para se livrar tanto dos jesuítas, quanto dos indígenas e deixar o território livre para  os portugueses.










-A partir de 1889, depois da proclamação do regime republicano chama-se ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

DA PROVINCIA DO TAPE AO ATUAL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO 
OUTRO TEXTO DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO EM SEU LIVRO"TERRA GAÚCHA"

começa assim: "

defeituosa fatura da história rio-grandense- Nós, os rio-grandenses, somos como uma sub-raça brasileira.
Para muitos, felizmente para a grande maioria dos que nos observam, temos traços de distinção da carinhosa familia nacional, que valem altamente como prendas individuais e inapreciavelmente como elementos de significação e progresso social, em suas múltiplas expansões.
Para outros porém, essas divergências do tipo étnico brasileiro nos cracterizam como enxertos daninhos nesse grande e nobre tronco de uma raça AMERICANA; NOS ASSINALAM COMO PROGÊNIE DE ANTEPASSADOS ENSAIADOS EM TODOS OS VÍCIOS E CRIMES, QUE INCULCAM A NECESSIDADE DE NOSSA EXPULSÃO DA COMUNHÃO SOCIAL...

Como, porém, desmentir eficazmente estas maledicencias, e justificar os que nos julgam com mais humanos sentimentos, senão, pela explanação, o inventário fiel do passado, pelo qual somos tão opostamente apreciados?

Entretanto, esse passado está para ser escrito com fidelidade, ou antes, está desfigurado nos compêndios destinados ao ensino da história rio-grandense.
Varão insigne, o Visconde de São  Leopoldo empreendeu escrevê-la, mas fechados como eram em seu tempo os arquivos que abrigavam as fontes históricas, e disseminadas as informações particulares em livros estrangeiros de quase impossível obtenção aqui, onde residia aquele publicista ,certamente não podia  a sua empresa ser satisfatóriamente realizada como o exige hoje as letras históricas :assim é que padece aquela história de notáveis lacunas e erros de fatos , que vem perdurando como verdades classicas , e que devem ser retificados, para não continuar o ensino de uma falsa história nossa. a esse paulista ilustre, a quem todas as homenagens de estima e respeito devemos, pelos altos serviços e dedicação ao Rio Grande, opere os reparos, que se aplicam aos seus sucessores, que  únicamente nele se inspiraram 
.Vejamo-los:

Se relata que foi Martim Afonso de souza que apadroou este litoral para Portugal, até o Rio da Prata, quando o diário de sua navegação (em 1531) está publicado e prova que eles não abordou terra rio-grandense, ao passo que no manifesto do príncipe D.Pedro justificando a criação  da Colonia do Sacramento se declara que 'EM 1502 AMÉRICO VESPÚCIO descobriu e apadroou este litoral até o cabo de Santa Maria, para o rei de Portugal."

Com a ereção da PROVÍNCIA DOS TAPES  em 1639, que foi a primeira  divisão politico-administrastiva que teve o Rio Grande, prova-se que apenas por menos de um século esteve ele descurado  do governo espanhol, ao passo que por dois séculos esteve-o do Português pois só em 1737 é que SILVA PAES fundou o presídio de Rio Grande, e, quando tal se deu, habitante luso nenhum foi  encontrado , pois os que havia-brancos, cristãos-eram os jesuítas e funcionários castelhanos das Missões.

Entre a colônia  do Sacramento e a Laguna(fundada quase na mesma época e não em anterior)os raros traseuntes marchavam pelo litoral, e disso é prova o roteiro de 1703, de Domigos Filgueiras.
As incursões dos bandeirantes paulistas são fabulosas aqui, bem como os heroísmos do capitão-mor da Laguna, sendo que até este não esteve no Rio Grande nas duas vezes e que foi mandado a dilig|ências neste litoral, em 1715 e 1724.

A melhor prova de que aqui nada fizeram os lagunenses é a ata de sua câmara, de 10 de novembro de 1727, em que confessam que, "aqui nada se podia habitar ou povoar, porque laguna era pobre de pessoal e a vida na campanha impossibilitada pelas incursões dos índios!

Se diz que  Luis Pedroso de Barros  quando fez esse caminho de São Paulo ao Paraná, terminando na casa do Registro do Ouro, onde vinham ter-por lei-todos os transeuntes entre São Paulo e Mato Grosso.
Outro erro dizer-se que o bravo paulista Manoel Pais da Silva erigiu na Vacaria  um marco de domínio luso:a façanha é exata, mas a Vacaria não é a do Rio Grande, mas sim do Mato Grosso.
A fundação do posto militar em Rio Grande em 1737, deu-se com baianos, mineiros, fluminenses e lusos; em poucos anos mais entraram os casais de ilhéus, açorianos e madeirenses.
Quando sobre as desoladas areias da barra erguia-se o primeiro fortim de Jesus-Maria_josé, além, na serra, elevava-se já uma cidade de 8.000 habitantes, São Miguel, a capital das MIssões Orientais do Uruguai.
Lugar de "enxurros de degredados e de mulheres desmandadas", como  sem critério nem verdade publicou em 1822 o Monsenhor Pizarro, isso é que nunca foi, o decreto de 1797, que cita, que atalhou aquele mal pestífero", não, nada tem com o Rio Grande do Sul!

Considerações:    O VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO ERA PAULISTA, LUSO BRASILEIRO, VEM DESDE ESTA ÉPOCA  AS "PICUINHAS" ENTRE GAÚCHOS E PAULISTAS, NINGUÉM PODE NEGAR ISTO!NA VERDADE O VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO SE BASEAVA NOS ESCRITOS DE MONSENHOR PIZARRO, E DE FATO,  HOUVE UM DECRETO EM 30 DE JUNHO DE 1794 MAS QUE FOI REVOGADO EM 20 DE NOVEMBRO DE 1797, SE REFERE AOS DITOS "DEGREDADOS" QUE SERIAM JOGADOS AQUI NO RIO GRANDE DO SUL.
   

LIMPANDO A EUROPA


NA VERDADE OS ESPANHÓIS E PORTUGUESES COSTUMAVAM ENCHER  NAUS COM BANDIDOS E OUTRAS PESSOAS FORA DA LEI EM SEUS PAÍSES E JOGÁ-LOS EM ALGUM LUGAR NA AMÉRICA PARA SE LIVRAR DELES. NESTE CASO OS TAIS  DEGREDADOS FORAM JOGADOS  NO MATO GROSSO, RIO BRANCO,RIO NEGRO E RIO MADEIRA....
O MONSENHOR PIZARRO CERTAMENTE NÃO TOMOU CONHECIMENTO DA REVOGAÇÃO DO DECRETO QUE OS ENCAMINHAVA PARA O SUL  DO BRASIL, POR ISSO A RECLAMAÇÃO DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO. 






obs:OS DEGREDADOS: pessoas que sofreram pena de degredo,ou seja,foram expulsos ou excluídos do seu país,por decreto governamental em virtude de crimes cometidos


 

sábado, 9 de outubro de 2010

IMAGINEMOS UM RITO CRISTÃO NOS SETE POVOS DAS MISSÕES

O folklorista e estudioso da História Riograndense nos primeiros tempos, João Simões Lopes Neto,  descreve assim a Celebração de Corpus Christi e outras festas.

"Nas festas sobressaíam a de Santo Inácio de Loiola, a do Padroeiro da Missão, e a de Corpus Christi, que eram celebradas com a pompa possível, para deslumbramento dos índios, enlevados nesse aparato de culto externo.
Pelaa madrugada o Cabildo e caciques da Missão saiam à frente dum piquete de cavalarianos, com os seus melhores trajes e montados em ricos ornamentos, percorrendo as ruas, dando tiros de roqueira e fazendo rufar tambores e soar clarins , enquanto que os sinos repicavam festivos. seguia-se a missa , cantada, e depois solene procissão.
As ruas eram adornadas de arcos floridos aos quais eram presas aves de plumagem vistosa, como tucanos, araras, etc...em outros pontos expunham vasilhas largas com peixes vários, e  em reforçadas jaulas pumas e jaguares, que urravam ferozmente ao passar o povo entoando hinos sacros ao som da música.
No chão alcatifado de flores e ervas odoríferas-trevo, alevante,etc...espalhavam´-se punhados de grãos dos cereais que deviam ser semeados na próxima plantação; o trigo,, especialmente, deveria ser pisado especialmente pelo sacerdote portador da SAGRADA CUSTÓDIA>
Depois da procissão faziam os padres distribuição de pão , assados e doces.
Muitas vezes, na festa do padroeiro, havia na praça o torneio das cavalhadas, ou seja, a representação de autos sacros e danças das crianças em frente à Igreja.
Aos compartes que mais se distinguiam nestas diversões dava-se como premio um tupambai, que era uma peça de tecido de algodão franjada, semelahndo uma pequena manta, este presente era muito apreciado.

Pela SEMANA SANTA guardava-se rigoroso jejum, e, durante a procissão do SENHOR MORTO os índios disciplinavam-se e entoando um cântico especial em guarani, chamado CRISTO NHANDEJARA, cujo último verso seguida de espôntanea flagelação dos cantores, era assim:

CONDE, SEPULCRO, IÑATUI ACUERA
NANDEMOÑANGARA IÑATUI PIRERA
AH!CRISTO NHANDEJARA!

TRADUZINDO:
-EIS AÍ O SEPULCRO-ONDE FOI ENTERRADO-
O TEU SAGRADO CORPO-POR NOSSOS PECADOS-
 AI! CRISTO, SENHOR NOSSO!


VOCABULÁRIO= NHANDEJARA= NOSSO SENHOR
A LINGUA GUARANI FOI A MAIS FALADA NO BRASIL ATÉ O ANO DE 1750, AS PALAVRAS SÃO COMPOSTAS DE CONTRAÇÕES, COMO ESTA: NHANDÉ=NOSSO
JARA=SENHOR = NHANDEJARA= SENHOR NOSSO!
jaguar

tucano
arara
cavalhada-claro que no caso  os indígenas montavam seus cavalos  sem os arreios  
arara
puma
tucano

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

FIGURAS DA HISTÓRIA

MARQUES DE POMBAL-LUSO BRASILEIRO
INDIGENA GUARANI
INDIGENA GUARANI
padre Altamirano-cena do filme A MISSÃO

Andonaegui


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

SENTIMENTOS DIFERENTES DE COLONIZADORES E INDIGENAS


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<> no tempo presente 
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PINTURA DE UMA MINA DE PRATA NO PERU
 

SIGNIFICADOS DIFERENTES PARA UM  E OUTRO POVO

A transmigração impunha que os indígenas deixasseM para  tras suas terras , herdadas de seus ancestrais, além de suas lavouras, ervais,vacarias, estâncias, algodoais, seus templos e oficinas, de onde tiravam seu sustento. Com muita razão a frase atribuída a Sepé Tiarajú:ESTA TERRA É MINHA!  e era por direito.

Nem a Igreja Católica Apostólica Romana reconhecia isto, tinha a mesma visão dos reis Ibéricos, Apenas os padres jesuítas que conviviam com os indigenas tinham sentimento diferente. enfim, apesar das ameaças do padre  Altamirano, não se renderam, e usaram a estratégia de ir adiando a transmigração.Enfim, depois de ter convivido por um tempo  entre estes missionários e os indígenas , escreve, já vencido, o Padre  Altamirano :Repito uma e mil vezes a minha humilde súplica que quase nos mesmos termos faço também ao padre assistente para os culpados, de que não se tome providencia, que sendo de mortificação para os culpados(no caso os jesuitas)seja grave e maior  castigo para mim. Eu estou resignado e pronto a receber em Espanha(se Deus me levar  até lá) o castigo que merecer por meus muitos erros, ou o que seja do agrado de V.P.M.R.


AS PUNIÇÕES ANUNCIADAS

A fim de colocar os padres jesuítas entre a faca e a parede já em junho de 1753 o comissãrio espanhol Andonaegui e o  Padre Altamirano enviaram às Missões avisos importantes. Estas cartas eram compostas por 24 artigos, sendo que o mais ameaçador era o oitavo.
Dizia:
"se com suas extraordinárias diligências praticadas até o dia 15 de agosto proximo, último prazo para a mudaça, não conseguirem que os índios saíssem em companhia dos povoados, para estabelecer-se interinamente nas imediações ou em novos terrenos, que OS PADRES CONSUMAM NO DITO DIA O SANTÍSSIMO SACRAMENTO E QUEBREM OS VASOS SAGRADOS PARA QUE NÃO SIRVAM PARA USOS PROFANOS.SAIAM DOS POVOADOS LEVANDO APENAS SEU BREVIÁRIO, SEM DEMORA SE PONHAM A CAMINHO PARA BUENOS AIRES, A  APRESENTAR-SE AO GOVERNADOR.
Ao contrário dos espanhóis e portugueses e os luso brasileiros os índígenas não possuíam como o homem civilizado o sentimento de pátria, mas sim, um apego telúrico ao território que o vira nascer, e no qual haviam se fixado há mais de um século. Por esse motivo não deixariam a terra sem resistência.



DA ENCICLOPEDIA LIVRE: AS MINAS DE POTOSI:

As Minas de Potosí localizam-se no cerro de Potosí, no Alto Peru, atual Departamento de Potosí, na Bolívia.
Constituíram-se no principal centro produtor de prata em toda a América, durante o período colonial.
As jazidas foram descobertas casualmente, em 1545, por um indígena chamado Hualpa ou Gualca. Neste mesmo ano foi registrada uma primeira mina, que o espanhol Juan de Villarroel denominou Descoberta. Ao final do século XVIII contavam-se cerca de 5 mil bocas de mina, produzindo anualmente 250 a 300 mil marcos de prata.
A sua exploração em grande escala foi possibilitada pela descoberta, em 1563, de jazidas de mercúrio em Huancavelica.
O sistema de exploração mineira era baseado no trabalho indígena, por meio da mita.
A prata foi o produto americano mais apreciado pela metrópole, tendo a sua extração usufruido de extraordinários benefícios fiscais. Apesar disso, estima-se que 1/3 da produção tenha circulado às margens dos controles fiscais.
Ainda hoje existem pessoas trabalhando nas minas devotas á el tio(diabo)mesmo pertencendo a religião cristã, essas pessoas principalmente continuam lá porque querem dignidade para familia.
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