GUERRA GUARANÍTICA

GUERRA GUARANÍTICA
A RESISTÊNCIA

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terça-feira, 22 de março de 2011

VAMOS Á GUERRA

O que passou a ser denominada de GUERRA GUARANÍTICA  durou somente dois anos , de 1753 a 1754. tirando os antecedentes de luats constantes podemos dizer que esta foi a batalha final:viver ou morrer para defender  a terra!

No dia 15/7/1753reunidos na Ilha de Martim Garcia, gomes Freire, Valdelírios e o governador de Buenos Aires  José de Andonaegue, comandante do exército espanhol, resolveram prosseguir  a demarcação  dos limites mediante a guerra contra os índios.

A empresa não seria nada fácil! A questão definitiva dos limites só se se rolverá daí a quase 50 anos, com a total ocupação  das MSSÕES EM 1801 .mediante a ação audaciosa de JOSÉ BORGES DO CANTO , mas sem a COMPANHIA DE JESUS, OS JESUITAS NOS  FATOS HISTÓRICOS;

Eu defino os dois anos do que chamamo de GUERRA GUARANÍTICA o principio da ação de LIMPAR O TERRITORIO DE INDIGENAS E DIVIDIR AS TERRAS ENTRE AS DUAS COROAS, ESTA É A VERDADE.POR ISSO NÃO  PARARSRIAM OS CONFLITOS  EM APENAS DOIS ANOS. FOI SÓ O COMEÇO...

Enquanto se providenciava o ataque aos indígenas, estes, antecipadamente, atacaram por duas vezes o FORTE-JESUS-MARIAJOSÉ de Rio Pardo, construido pelo engenheiro militar João Gomes de Melo para vedar a entrada dos indígenas para Viamão e proteger o comércio.

No ataque de 22/2/1754, os índios perderam 22 homens e os portugueses dois. No dia 29 de abril., novo ataque indígena, sob o comando de Sepè Tiaraju. as forças lusas eram chefiadas por Francisco Pinto Bandeira, que foi ferido num braço, e pelo Tenente-Coronel Tomas Luis Osório, riograndense.. Sepé Tiaraju caiu prisioneiro, fugindo depois, graças à sua astucia e a condescendencia de Pinto Bandeira, creio porque era riograndense-os nativos já tinham tambem amor à terra gaúcha, embora nascidos de estrangeiros.
Então ocorreu uma avassaladora enchente. choveu sem parar durante sete dias e sete noites. Os soldados salvaram-se refugiando-se nos galhos das árvores mais altas.
O exército espanhol, alegando falta de pasto para a cavalhada, não seguiu para Rio Pardo. Gomes Freire resolveu negociar com os caciques, durante um jantar, sendo bem sucedido, obtendo para os portugueses a posse tranquila da margem oriental do Jacuí.
A seguir, o grosso  das tropas luso-brasileiras desceu para o reduto de São Gonçalo,sobre o Piratini, aguardando ali o exercito espanhol, chefiado pleo velho Andonaegue, cheio de achaques, que só chegaria em dezembro de 1755.

os dois exércitos aliados, 1770 espanhóis e 1600 portugueses,  reunidos em Santa Tecla, marcharam decididos a destroçar as agressivas e imprudentes hostes indígenas(assim se referiam aos indigenas que defendiam legitimamente seu território).
Na tarde d e7/2/1756, deu-se o primeiro combate nas proximidades do rio Vacacaí, morrendo Sepé tiaraju, que havia caido em um buraco feito por touros , e foi fulminado com um tiro de pistola desferido por José Joaquim Viana,governador de Montevidéu.

Na retaguarda, entretanto vinha o cacique Nicolau Nhenguiru, avançando á frente de grande contingente de índios, obrigando os exércitos aliados a se colocarem em ordem de batalha.
Na altura do arroio Caiboaté, afluente do rio Vacacaí, perto da atual cidade de São Gabiel, um emissário de Nhenguiru, portando bandeira BRANCA apresentava-se declarando que desejava falar com o chefe espanhol.
Falando então com Valdelirios, disse que Nhenguiru estava disposto a cumprir quanto lhes fosse ordenado. O Marques, em resposta, pediu que os índios retornassem aos seus povos e daí se tranferissem com todos os seus pertences , rebanhos, bens, deixando aos portugueses, de acordo com o Tratado, os SETE POVOS.
O emissario garantiu que as ordens seriam cumpridas e pediu algum tempo para reunir suas tropas e cavalhadas.
Contudo, em vez de abandonar as suas posições, os índios começaram a reunir gente, e mais gente e muito mais gente para cercar os exércitos dos aliados.

Em vista disso, no dia 10/2/1756, os generais aliados resolveram investir contra os indígenas. Foi uma carnificina. Num combate de menos de duas horas morreram 1.200 idios, entre os quais o proprio Nicolau Nhenguiru,ficando ainda presos mais 200 indios. Os aliados tiveram apenas quatro mortos, alguns feridos como o coronel Tomás Luís Osório.

O local do combate esta´hoje assinalado por uma grande cruz, que substituiu a anterior, de madeira,erguida em 4/3/1756 por Miguel Mayra, e aquela por Roleno Leonardo Vieira.
As tropas vencedoras, no mesmo dia, deixando os cadáveres insepultos, acamparam no Caiboaté Grande, durante dois dias. em seguida, escalaram a Serra de São Martinho, desalojando outros índios. em 18 de maio, entravam em são Miguel das Missões. Os índios haviam fugido deixando incendiadas suas casas. Uma forte chuva salvou a Igreja do Incêndio(as ruinas de são Miguel, hoje Patrimonio Histórico da Humanidade)
Cairam em seguida em poder das forças luso-castelhanas os povos de ;SÃO JOÃO/S/AO LOURENÇO/SÃO NICOLAU/SANTO ANGELO/SÃO LUIS E SÃO BORJA. Gomes Freire, depois de ficar acampado por dois meses em Santo Angelo, tentando descobrir o tesouro dos jesuítas(que não havia) retirou-se para Rio Pardo, seguido de numerosos índios, que se tornaram amigos dos portugueses. estes índios constituiram a  ALDEIA DOS ANJOS, hoje cidade de Gravataí.

Vendo que o aspecto de 1750 não surtia seus efeitos para  Portugal, Gomes Freire retornou à Colonia do Sacramento, que não entregou oas espanhóis, assim como não foram entregues aos portugueses OS SETE POVOS DAS MISSÕES! Que massacre inútil! Houve outro tratado chamado de EL PARDO, em 1761que anulava o de MADRID!
Quando Pedro de Ceballos destruiu a fortaleza da colonia do Sacramento, não deixando pedre sobre pedra, Gomes Freire de Andrada, ao tomar conhecimento do fato SOFREU DERRAME CEREBRAL E MORREU EM 1763.

TRATADO DE EL PARDO


de El Pardo (1761)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O Tratado de El Pardo (1761) tornou nulas todas as disposições e feitos decorrentes do Tratado de Madrid de 1750, que havia falhado em promover a paz nas colônias espanhola e portuguesa.

 Razões do não cumprimento do Tratado de Madrid

O território dos Sete Povos das Missões não pode ser ocupado pacificamente pelos portugueses. Isso porque havia nele grandes aldeamentos indígenas organizados por jesuítas espanhóis; e os índios guaranis, guardando antigos rancores dos bandeirantes, protestaram contra a transferência dessa região para os domínios portugueses. Por outro lado, Marquês de Pombal e os colonos portugueses não queriam entregar a Colônia do Sacramento aos espanhóis.



sobre o Marques de Pombal, que foi a raposa astuta que espalhou a cobiça por parte dos portugueses dizendo que os jesúitas tinham muito ouro, tesouros escondidos. Inimigo dos jesuítas dizia: OS JESUÍTAS ESTÃO PRESTES A SER EXPULSOS DESTE REINO. AS OUTRAS POTÊNCIAS PODERIAM BEM IMITAR PORTUGAL. ESTES SENHORES LEVARAM MUITO LONGE SUA AMBIÇÃO E SEU ESPÍRITO SUBVERSIVO. ELES PRETENDIAM DOMINAR TODAS AS CONCIÊNCIAS  E INVADIR O IMPERIO DO UNIVERSO!"
.
conseguiu seu intento, fazendo deportar para Roma 432 jesuítas, onde foram acolhidos, mas com relutância pelo papa Clemente XIII.
viveu até os 82 anos  com honrarias, sempre ocupando cargos de confiança no governo Luso.
Muitas outras coisas podem ser pesquisadas e escritas sobre este período do Rio Grande do Sul, terra que nós, gaúchos amamos de paixão.Rica em folklore, rica  em arte, rica em pessoas que lideraram o Brasil, mas que foi sim, banhada em sangue inocentes.















de El Pardo (1761)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O Tratado de El Pardo (1761) tornou nulas todas as disposições e feitos decorrentes do Tratado de Madrid de 1750, que havia falhado em promover a paz nas colônias espanhola e portuguesa.

 






José Francisco Borges do Canto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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José Francisco Borges do Canto (Rio Pardo, 1775 - Rio Quaraí, 1805) foi um militar e um mercenário brasileiro que teve papel fundamental na Guerra de 1801.[1]
Filho de Francisco Borges do Canto e de Eugênia Francisca de Sousa, serviu no Regimento dos Dragões de Rio Pardo. Após desertar do regimento, tornou-se conhecido como contrabandista. Buscando uma anistia, no início da guerra de 1801, se apresentou com 15 homens para combate e foi encarregado inicialmente de apoiar a tropa de Manuel dos Santos Pedroso.
Conseguiu apoio de índios Guarani na região noroeste do atual Rio Grande do Sul e, com sua tropa reforçada, partiu para a frente de batalha. Inicialmente, buscou o combate com os espanhóis em São Miguel das Missões. Tendo sido cercada, a cidade se rendeu em poucos dias, sendo sua guarnição espanhola libertada. Em seguida, conseguiu a rendição das povoações de São João e Santo Ângelo. [1] O passo seguinte foi conquistar São Lourenço, São Luís e São Nicolau, que já estavam sendo abandonadas pela população local. O comandante espanhol foi preso tentando mobilizar uma tropa perto de São Luís e foi conduzido de volta a São Miguel. [1]
Ao fim daquela guerra, já mantinha toda a região das Missões a leste do rio Uruguai - as missões orientais - sob seu controle, em nome da Coroa Portuguesa. Apesar de, àquela época, a região ser esparsamente habitada e de difícil defesa, compreendia uma extensão territorial considerável, praticamente desde a barra do rio Quaraí - atual fronteira do Brasil com o Uruguai - até o início do curso médio do rio Uruguai - atualmente o noroeste gaúcho. Assim, pode-se dizer que a ação de Borges do Canto rendeu ao estado do Rio Grande do Sul aproximadamente 40% de seu território atual.
Foi morto em território espanhol, em 1805, enquanto fazia uma califórnia[2] - tipo de expedição não autorizada, comum na fronteira entre a América Espanhola e a América Portuguesa, geralmente com o objetivo de roubar gado.