ESTA FOTO FOI FEITA POR MIM RODEIO CRIOULO INTERNACIONAL DE PASSO FUNDO- ESTE GAÚCHO TEM TRAÇOS NÍTIDAMENTE INDÍGENAS |
OBSERVAMOS QUE NESTA ÉPOCA JÁ HAVIA-SE DADO A GUERRA GRARANÍTICA, E QUE , QUANDO ESCREVE-SE " ATACARAM COM UM GRUPO DE "TANTOS SOLDADOS E TANTOS INDÍGENAS" FRIZAMOS QUE QUANDO SE CONTA ESTA HISTÓRIA PENSA-SE QUE OS ÍNDIGENAS ESTIVESSEM TOTALMENTE EXCLUÍDOS DAS LUTAS,.NÃO! MUITOS INDÍGENAS INCORPORADOS AGORA AO COMANDO PORTUGUES E NÃO MAIS ESPANHOL(CONSIDERARAM OS ESPANHÓIS TRAIDORES, POIS OS PADRES EMBORA EXPULSOS POR ORDEM REAL E PAPAL FORAM EMBORA) OS QUE RESTARAM AJUDARAM OS PORTUGUESES A CONQUISTAR O TERRITÓRIO DAS MÃOS DOS ESPANHÓIS AGORA PARA OS PORTUGUESES E TAMBEM MUITOS DELES FICARAM NAS FAZENDAS COM OS LUSO-BRASILEIROS, ERAM ÓTIMOS COM O MANEJO DO GADO E DOS CAVALOS.
COMEÇAM AQUI DEPOIS DO TRATADO DE SANTO ILDEFONSO AS GUERRAS CISPLATINAS.
O Tratado de Santo Ildefonso reduzira a menos da metade a atual superfície do território sul-riograndense, com a perda das terras da bacia do Uruguai.
Contudo, a exemplo dos espanhóis, que não respeitaram o Tratado de Madrid, e ainda em represália pelos amus tratos que deles recebiam, luso-brasileiros vão agora, numa terrivel vingnça , conquistar definitivamente toda a vasta região missioneira, área superior a todo o território de Portugal.
Portugal e Espanha encontravam-se outra vez em guerra, declarada por napoleão Bonaparte, o que provocou a transferência de D.João VI para o Brasil.
FONTE:ENCICLOPÉDIA LIVRE:
Transferência da corte para o Brasil
Em novembro de 1807, D. João VI decidiu pela transferência da corte portuguesa para o Brasil, evitando ser aprisionado com toda a família real, nobreza portuguesa e o governo, tornando possível manter a autonomia portuguesa a partir do Rio de Janeiro. Contudo, o fez mais dependente em relação à Inglaterra, com a imposição da abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional e o tratado Luso-Britânico de 1810, desastroso para a economia portuguesa, embora (ou por isso mesmo) decisiva para o progresso e a independência do Brasil.
Embarque para o Brasil do Príncipe-regente de Portugal, D. João de Bragança, e de toda a família real e nobreza portuguesa, no porto de Belém, às 11 horas da manhã de 29 de novembro de 1807. Gravura feita por Francisco Bartolozzi (1725-1815) a partir de óleo de Nicolas Delariva.
Os Castelhanos, por ordem de napoleão, dispõem-se a invadir o CONTINENTE DE SÃO PEDRO DO RIO GRANDE, entretanto, quem vai tomar a iniciativa de atacar é o governador Veiga Cabral.
Em Jaguarão, o coronel MANUEL mARQUES DE SOUSA DERROTA OS CASTELHANOS ALI ESTACIONADOS E ALCANÇA OUTRA BRILHANTE VITÓRIA NO Passo Da Perdiz em 17-6-1680. No dia 30 d eoutubro. toma Cerro largo, aprisionando cerca de 500 espanhóis.
Qunado Manuel dos Santos pedroso, um fazendeiro rio-grandense foi autorizado a invadir as Missões, o audacioso vaqueano José Borges do Canto, cachoeirense, ex-soldado do Regimento de Dragões, apresentou-se com vinte companheiros de andanças.
Autorizado pelo Coronel Patricio Correia Cãmara, comandante da Fronteira do Rio pardo, Borges do Canto , com 40 soldados e 300 indios, marchou sobre a região das Missões. As Missões, agora subordinadas ao vice-rei de Buenos Aires, encontravam-se em desoladora decad~encia, motivada pela expulsão dos jesuítas e pela debaNDADA DOS ÍNDIOS.
Enquanto Santos Pedroso ocupava São martinho, o povo de sãO Nicolau e depois São Borja, Borges do Canto avançava para são Miguel, subjugando o governador espanhol D.Francisco Rodrigo, que tentava resistir. a seguir, ocupou São Luis, são João e Santo angelo.Tudo em poucos dias esta tomada das missões.
As terras férteis e de clima ameno das Missões foram wentão doadas aos conquistadores. De São paulo deslocaram-se para cá centenas de familias. a terça parte de curitiba e lages mudou-se para a nossa fronteira .Contrabandistas e aventureiros, que vagavam pela região, recebiam agora terras para se fixarem definitivamente.
Operava-se, desta maneira, o que os espanhóis não fizeram :povoar toda região missioneira para desfrutá-la e ao mesmo tempo garantir a segurança de nossa fronteira.